Tipos de Métodos contraceptivos

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Os métodos contraceptivos devem ser usados por pessoas que tenham vida sexual ativa e que querem evitar a gravidez. Entre os métodos contraceptivos disponíveis, podemos citar os hormonais, os de barreira, os intrauterinos, os naturais e os cirúrgicos.

Antes de escolher um método contraceptivo, o casal deve levar em consideração suas características pessoais e sociais, devendo procurar médicos especialistas e seguindo rigorosamente a prescrição que atenda suas necessidades e que não afetem a saúde.

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Conheça melhor cada um dos métodos contraceptivos:

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Método contraceptivo de barreira

Nesse método, é necessário criar uma barreira física que impeça a fertilização. São utilizados como barreira o diafragma e as camisinhas, masculina e feminina.

Camisinha masculina

A camisinha ou preservativo é confeccionada em látex, material com elasticidade que é colocada no pênis ereto do homem, com o objetivo de barrar os espermatozoides após a ejaculação. Possui, na ponta, uma parte vazia para conter o esperma e não estourar, evitando o contado com o corpo feminino.

Camisinha feminina

O mesmo material usado na camisinha masculina é usado para a camisinha feminina, sendo esta uma espécie de saco com dois anéis nas extremidades, que servem para facilitar a introdução do preservativo na vagina e para segurá-la na vulva, protegendo os pequenos e grandes lábios.

Tanto a masculina quanto a feminina, a camisinha evita a contaminação de DST (doenças sexualmente transmissíveis), sendo um método barato e acessível e mantendo eficácia de até 96% contra a concepção.

Diafragma

O diafragma é uma pequena cúpula feita em látex ou silicone, introduzida na vagina antes da relação sexual. Ela se encaixa na entrada do útero, criando uma obstrução que evita o contato dos espermatozoides com o óvulo. O método é 80% eficaz contra a concepção.

Método contraceptivo hormonal ou químico

Nessa modalidade temos medicamentos injetáveis, implante, pílula do dia seguinte e o DIU.

Método injetável

Nesse método, a mulher recebe uma injeção de hormônios em períodos mensal ou trimestral, evitando a concepção por até seis meses, tendo uma eficácia de até 98%. A injeção de hormônios deve ser feita com prescrição e acompanhamento médico, não podendo ser feito em mulheres acima de 35 anos e em fumantes, além de mulheres que tenham tido trombose, glaucoma e outras doenças ligadas ao sistema cardiovascular.

Método de implante

O implante é feito através de pequenos bastões com hormônios, que impedem a ovulação, sendo liberados gradativamente por até 3 anos. Depois do tratamento, a mulher não conseguirá engravidar pelo menos antes de um ano.

Método da pílula do dia seguinte

A pílula do dia seguinte contém grande quantidade de hormônios que cria um ambiente fatal para os espermatozoides e evita a ovulação. Deve ser usada em casos de emergência, mas não pode ser frequente, já que desregula o ciclo menstrual. Pode ser tomada em até 4 dias após a relação para ter eficácia.

Método do DIU

O DIU – Dispositivo Intrauterino é uma peça de plástico banhada em cobre que funciona como espermicida. Colocado dentro do útero por um médico, durante o período menstrual, o DIU pode ficar no útero por muitos anos, devendo ser o tratamento acompanhado pelo ginecologista.

Métodos comportamentais

Método do coito interrompido

Esses métodos devem ser cuidados por quem pratica o ato sexual, com o coito interrompido, retirando-se o pênis de dentro da vagina momentos antes da ejaculação, sendo bastante falho e não trazendo qualquer segurança aos parceiros sexuais.

Método de ovulação Billings

O método de ovulação é feito através de uma tabelinha que identifica o período fértil com base nas observações que a mulher faz de seu próprio corpo. Deve ser feito com acompanhamento de um ginecologista ou de uma instrutora qualificada pela organização, no Brasil representada pela Cenplafam.

Métodos cirúrgicos

Os métodos cirúrgicos são a laqueadura ou ligação de trompas e a vasectomia, para mulher e homem respectivamente. São métodos indicados apenas para casais que já tenham filhos e que não pretendam aumentar a prole e só são indicados a partir de 30 ou 35 anos de idade.

Com informações do site Portal Sua Escola.

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